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Primeiro post!!!

Oi pessoal!! Viemos nos apresentar!!! Duas pessoas postarão nesse blog!!! Eu, Mariana que sou fan da Flora, e a Ana Clara, que é fan da Bloom!!! Apartir de agora, eu e a Ana, vamos postar como os seguintes personagens: Musa, Tecna, Flora, Bloom, Layla, Stella, Riven, Timmy, Helio, Sky, Ophir, Brandom, Kiko, Tune, Digit, Chatta, Lockette, Piff, Amore!!
E eu queria dizer: visitem o meu blog: http://winxclubmari.nireblog.com
Xau!!!!!!!


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Comentários(13) »

  1. Luiz Domingos de Luna — 04-07-2008 - 23:48:06 GMT 9

    Universo em Ebulição
    Luiz Domingos de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br
    A Razão derramada imponente
    Espera a emoção ser filtrada
    Um planeta sem enquadramento
    Numa existência não observada

    Nascimento das trevas e da luz
    Luta de um perfeito alinhamento
    São razões, emoções - pensamento.
    Corpos girando em universo reluz.

    Poder de uma grandeza infinita
    Uma mensagem a ser decifrada
    Quem percorre esta estrada
    Sente a dor de quem grita

    Porque derramada existência?
    A razão não sabe contemplar
    A emoção perdida a divagar
    Na corrente de um sonho eterno
    Em um tempo, a um só tempo
    Poder, quem sabe um dia, revelar

    Luiz Domingos de Luna — 29-05-2008 - 00:06:05 GMT 1
    Universo em Ebulição
    Luiz Domingos de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br
    A Razão derramada imponente
    Espera a emoção ser filtrada
    Um planeta sem enquadramento
    Numa existência não observada

    Nascimento das trevas e da luz
    Luta de um perfeito alinhamento
    São razões, emoções - pensamento.
    Corpos girando em universo reluz.

    Poder de uma grandeza infinita
    Uma mensagem a ser decifrada
    Quem percorre esta estrada
    Sente a dor de quem grita

    Porque derramada existência?
    A razão não sabe contemplar
    A emoção perdida a divagar
    Na corrente de um sonho eterno
    Em um tempo, a um só tempo
    Poder, quem sabe um dia, revelar

    Luiz Domingos de Luna — 29-05-2008 - 00:09:24 GMT 1
    A Dor da Memória
    Luiz Domingos de Luna
    www.meninodeusaurora.com.br

    Em uma história,
    Que foi tão florida,
    De vida vivida,
    Saudosa memória,
    Foste à mãe que alimentou
    O retrato que estou,
    A tristeza que aflora,
    Pudesse aurora,
    Contemplar novamente
    Regar a semente
    Da sombra frondosa
    Untados nós somos
    No mesmo ideal,
    Qual foi o pecado
    Que nós cometemos,
    Um paraíso tão lindo,
    Tinha Adão tinha Eva
    Tinha serpente, estrela azulada,
    Tinha perfume, tinha luz,
    Tinha água, tinha alma,
    Porque me seduz,
    Está-se nu no infinito,
    O nosso grito,
    Já foi quebrado,
    De um tempo passado
    Que vive com glória,
    Martela e sufoca
    A minha memória
    Qual foi o meu erro
    De um martírio doentio,
    Acendi o pavio,
    Do espertalhão
    Sem tela, sem cor,
    Sem brilho, sem luz,
    Sem agora.
    Mataste a aurora

    Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 22:43:18 GMT 1
    Universo Paralelo
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    No palco da existência
    Bilhões de combinações
    Infinitas proporções
    Da matéria a essência

    O Universo unificado
    Longe da imaginação
    Entrar numa prisão
    Por tempo determinado

    Matéria não adaptada
    A um tempo a correr
    Na dependência sofrer
    Corpo, a vida deixada.

    É uma ida, uma volta.
    É o estar é o ser
    É o Poder é o ter
    É uma reviravolta?

    Entra numa dimensão
    Do tudo - do nada nasce
    É apenas um disfarce
    Do nada a terra o chão

    É uma magia encantadora
    Toda carne é morredoura
    Sem ela, a imortal.
    Alma sonhadora
    Na vida a vagar
    Uma compreensão
    Uma explicação
    Ninguém quer falar
    Quem pode entender esta seta
    Que a história inquieta
    Teimando em voltar.

    Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

    Luiz Domingos de Luna — 29-06-2008 - 04:27:08 GMT 1
    Aos Seres Humanos

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Quebrando correntes
    No tempo a passar
    Mistérios a desvendar
    A todo o momento

    Se tudo fosse diferente
    Teria o ser humano
    O pensar, um plano.
    Da existência presente

    Que show arriscado
    De um palco sem fim
    O infinito vem a mim
    Ou já foi programado

    Tanta existência
    Quem vai usufruir
    O tempo destruir
    Ou há consistência

    A Vida acompanha
    As etapas da curva
    Existe uma luva
    De potência tamanha

    Controlar o processo
    De toda imensidão
    É plenitude da razão
    Ou pensamento, ao inverso.

    É do ser humano obrigação
    Conhecer todo o infinito
    Ou existe um conflito
    Buscando interrogação?

    Já não é chegado
    A hora de saber
    Do universo o porquê ?
    Na existência - postado.

  2. Luiz Domingos de Luna — 16-07-2008 - 00:05:26 GMT 9

    Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
    Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

  3. Luiz Domingos de Luna — 19-07-2008 - 00:53:13 GMT 9

    Palco Iluminado
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Em cada sonho uma fantasia
    Que percorre o pensar
    No momento a gritar
    Força que extasia

    Girando no encanto da vida
    Um gesto nobre propicia
    Na luz que irradia
    O instante eterno se fia

    O cenário todo florido
    Uma paisagem a contemplar
    Um universo a pensar
    No tempo um fluido

    Que teima em derramar
    Gotas de um sereno
    Um incenso ameno
    A existência contagiar

    Interação perfeita
    Arquitetura social
    Beleza natural
    Obra prima feita

    Cada ser é arquiteto
    Que a história aniquila
    É o sonho da vida
    Inacabado um projeto

    Um projeto inacabado
    Que falta ser decifrado
    Ou um palco iluminado
    Explicação buscando?

  4. Luiz Domingos de Luna — 19-07-2008 - 00:53:20 GMT 9

    Palco Iluminado
    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Em cada sonho uma fantasia
    Que percorre o pensar
    No momento a gritar
    Força que extasia

    Girando no encanto da vida
    Um gesto nobre propicia
    Na luz que irradia
    O instante eterno se fia

    O cenário todo florido
    Uma paisagem a contemplar
    Um universo a pensar
    No tempo um fluido

    Que teima em derramar
    Gotas de um sereno
    Um incenso ameno
    A existência contagiar

    Interação perfeita
    Arquitetura social
    Beleza natural
    Obra prima feita

    Cada ser é arquiteto
    Que a história aniquila
    É o sonho da vida
    Inacabado um projeto

    Um projeto inacabado
    Que falta ser decifrado
    Ou um palco iluminado
    Explicação buscando?

  5. Luiz Domingos de Luna — 01-08-2008 - 01:33:22 GMT 9

    Alma Ferida
    Luiz Domingos de Luna

    Na Caminhada dos passos
    Resistência de um intelecto
    A Dor de um martírio incerto
    O barulho do tempo espaço

    No asfalto rastejando ofegante
    Fome, dor, tristeza e cansaço.
    Tem que nervo de aço
    Para subir a rampa derrapante

    De repente um chute nas entranhas
    O Corpo o saco de pancadas
    A vida a um tempo aniquilada
    Pelo ódio brutal do tirano

    A Matéria toda esfarelada
    As carnes doloridas na estrada
    Cada murro uma queda abalada
    A dor da morte avizinhada

    A Carne morredoura fraquejante
    O Espírito um eterno vigilante
    Observa o corpo frágil ondulante
    O Olho não reconhece mais o atacante

    A Inércia empurra o corpo cambaleante
    A derrota da matéria castigada
    O Troféu do agressor é levantado
    Derrotaste a carne morredoura
    Mas a alma a sonhar encantadora
    Nos umbrais do tempo a gritar
    -Tenho que juntar este bagaço
    Humano e uma nova vida começar?

  6. Luiz Domingos de Luna — 13-08-2008 - 01:25:38 GMT 9

    Aurora, uma janela para o céu

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    Pedi permissão ao tempo
    Nas asas do pensamento
    Voando vai minha ilusão
    Pelos caminhos obscuros

    Da minha história esquecida
    Momentos de vida vivida
    Na mais linda sedução,
    Pois ainda em tenra idade

    Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
    Sonhei, lutei, na selva humana,
    ganhei o meu troféu de herói,
    construi minha cabana tenho o meu transporte
    meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

    Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
    Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
    Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

    Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
    Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
    Consegui o que queria numa luta bem renhida,
    Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

    Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
    Na janela da memória vivo a minha própria emoção
    Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
    Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

    Em meu apartamento a lembrança me seduz,
    Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
    Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
    Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

    Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
    O apito do trem, as missas bem demoradas,
    As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
    De manhã a passarada num canto de louvação.

    Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
    Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
    Todos para a ABA numa inocência fecunda
    Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

    Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
    Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

    Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
    Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido

    Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

  7. Luiz Domingos de Luna — 26-08-2008 - 06:50:11 GMT 9

    O Vazio

    Luiz Domingos de Luna
    www.revistaaurora.com

    O Vazio não pode ter nada
    Se tiver algo, ele está ausente.
    Na plena ausência está presente
    Antes do ponto ou depois da disparada?

    O Vazio não pode ser conceituado
    A Noção que se tem é dogmatizada
    A ausência é a presença do não chegado
    O Vazio não tem uma lógica estruturada

    O Vazio não pode ser preenchido
    Preencheu o vazio, ele sumiu.
    Sumiu-se, ele nunca existiu.
    O Vazio está escondido?

    O Vazio quebra a existência
    Quebra a matéria e o tempo
    Não pode ter momento
    Existe no cosmo? Ou na inteligência?

    Como encontrar o vazio?
    A existência toma seu espaço
    Ou ela está em pedaços
    A ausência de tudo. Quem já viu?

    O Nada absoluto. Plena Garantia
    Sem buraco negro, sem quasares.
    Sem o avesso da matéria
    Sem o avesso da energia
    Sem átomos, sem moléculas.
    Sem luz, sem escuridão.
    Um vazio perfeito
    A ausência da existência
    A Luz da criação!

  8. Luiz Domingos de Luna — 13-10-2008 - 07:28:26 GMT 9

    Passos

    Luiz Domingos de Luna
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    Passos que passo
    Passos que vem
    Passos do além
    Não sei o que faço

    É como um compasso
    De um tempo passado
    Já foi um chamado
    Na imensidão do espaço

    Ouvi um grito
    Parecia um trovão
    Na escuridão
    Estava aflito

    Pulei noutro astro
    Deixei a pisada
    Ta lá registrada
    Como um mastro

    Luz em ebulição
    Fiquei assustado
    Parece ter entrado
    Noutra dimensão

    Tudo tão diferente
    Um carrossel giratório
    Um som vibratório
    No meu consciente

    Sonho ou realidade
    Não sei precisar
    É um vôo a voar
    Não tem gravidade

    Uma mão me puxou
    Numa frieza gelada
    Não sei mais de nada
    Num novo mundo estou

  9. Luiz Domingos de Lunal — 14-11-2008 - 06:51:37 GMT 9

    A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
    O Autor.

  10. Luiz Domingos de Lunal — 14-11-2008 - 06:55:04 GMT 9

    Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagens, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, novas postagens

    Luiz Domingos de Luna buscar na web

    Ref. Bibliográfica
    Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
    Fonte:http://clubewinxaninha.nireblog.com/post/2007/09/17/primeiro-post
    Nota do Autor:
    Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
    Na repostagem citar este referência bibliográfica.
    Grato,
    O Autor.
    Ser fã de Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que uma nova aurora renascerá, com luz, seriedade, compromisso, lealdade e principalmente muitos sonhos{...}

  11. Luiz Domingos de Lunal — 14-11-2008 - 06:56:18 GMT 9

    Pingo da vida?

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Era um pingo
    Começou a girar
    Fiquei a olhar
    O Seu caminho

    Desceu a ladeira
    Parou um segundo
    Estava imundo
    Cheio de poeira

    Bolinha consistente
    Ganhou conteúdo
    Da parte o tudo
    Sempre à frente

    Rolou num tinteiro
    Ficou colorido
    Bicho sabido
    Fugiu bem ligeiro

    Atravessou uma vala
    Passou na ferida
    A Bactéria Lambida
    A Vida levava

    Pingo complicado
    Todo disformado
    É a vida da ferida
    Ou o pingo da vida?

  12. Luiz Domingos de Luna — 14-11-2008 - 22:22:47 GMT 9

    Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
    Fã clube especial

  13. Luiz Domignos de Luna — 17-11-2008 - 04:55:14 GMT 9

    Aquecimento Global

    Luiz Domingos de Luna
    Procurar na web

    Sapo Dourado Panamenho
    Da floresta americana
    Beleza pura que emana
    Da natureza em desenho

    Amarelo, delgado e pulador.
    Afilado, gentil e hospitaleiro.
    Cantando no lindo desfiladeiro
    Nos bosques um hino de amor

    Predador do equilíbrio natural
    No habitat rico dos pampas
    Deslisa no declive das rampas
    Numa felicidade sem igual

    Dos rios, lagos e florestas.
    Vaidoso no passeio matinal
    Não vê o aquecimento global
    Devorar sua história sua festa

    O Fungo espera para atacar
    O Planeta deu sinal de alerta
    O fungo voa como uma flecha
    O Sapo não vai mais cantar

    Amarelo é a cor da atenção
    Do sapo panamenho dourado
    Da existência já foi tirado
    Mais um ser em extinção

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