Primeiro post!!!
Oi pessoal!! Viemos nos apresentar!!! Duas pessoas postarão nesse blog!!! Eu, Mariana que sou fan da Flora, e a Ana Clara, que é fan da Bloom!!! Apartir de agora, eu e a Ana, vamos postar como os seguintes personagens: Musa, Tecna, Flora, Bloom, Layla, Stella, Riven, Timmy, Helio, Sky, Ophir, Brandom, Kiko, Tune, Digit, Chatta, Lockette, Piff, Amore!!
E eu queria dizer: visitem o meu blog: http://winxclubmari.nireblog.com
Xau!!!!!!!

Do Melhor
Linkk
del.icio.us






Universo em Ebulição
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
A Razão derramada imponente
Espera a emoção ser filtrada
Um planeta sem enquadramento
Numa existência não observada
Nascimento das trevas e da luz
Luta de um perfeito alinhamento
São razões, emoções - pensamento.
Corpos girando em universo reluz.
Poder de uma grandeza infinita
Uma mensagem a ser decifrada
Quem percorre esta estrada
Sente a dor de quem grita
Porque derramada existência?
A razão não sabe contemplar
A emoção perdida a divagar
Na corrente de um sonho eterno
Em um tempo, a um só tempo
Poder, quem sabe um dia, revelar
Luiz Domingos de Luna — 29-05-2008 - 00:06:05 GMT 1
Universo em Ebulição
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
A Razão derramada imponente
Espera a emoção ser filtrada
Um planeta sem enquadramento
Numa existência não observada
Nascimento das trevas e da luz
Luta de um perfeito alinhamento
São razões, emoções - pensamento.
Corpos girando em universo reluz.
Poder de uma grandeza infinita
Uma mensagem a ser decifrada
Quem percorre esta estrada
Sente a dor de quem grita
Porque derramada existência?
A razão não sabe contemplar
A emoção perdida a divagar
Na corrente de um sonho eterno
Em um tempo, a um só tempo
Poder, quem sabe um dia, revelar
Luiz Domingos de Luna — 29-05-2008 - 00:09:24 GMT 1
A Dor da Memória
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Está-se nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz,
Sem agora.
Mataste a aurora
Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 22:43:18 GMT 1
Universo Paralelo
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
No palco da existência
Bilhões de combinações
Infinitas proporções
Da matéria a essência
O Universo unificado
Longe da imaginação
Entrar numa prisão
Por tempo determinado
Matéria não adaptada
A um tempo a correr
Na dependência sofrer
Corpo, a vida deixada.
É uma ida, uma volta.
É o estar é o ser
É o Poder é o ter
É uma reviravolta?
Entra numa dimensão
Do tudo - do nada nasce
É apenas um disfarce
Do nada a terra o chão
É uma magia encantadora
Toda carne é morredoura
Sem ela, a imortal.
Alma sonhadora
Na vida a vagar
Uma compreensão
Uma explicação
Ninguém quer falar
Quem pode entender esta seta
Que a história inquieta
Teimando em voltar.
Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198
Luiz Domingos de Luna — 29-06-2008 - 04:27:08 GMT 1
Aos Seres Humanos
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento
Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente
Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado
Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência
A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha
Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.
É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?
Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.
Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.
Palco Iluminado
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Em cada sonho uma fantasia
Que percorre o pensar
No momento a gritar
Força que extasia
Girando no encanto da vida
Um gesto nobre propicia
Na luz que irradia
O instante eterno se fia
O cenário todo florido
Uma paisagem a contemplar
Um universo a pensar
No tempo um fluido
Que teima em derramar
Gotas de um sereno
Um incenso ameno
A existência contagiar
Interação perfeita
Arquitetura social
Beleza natural
Obra prima feita
Cada ser é arquiteto
Que a história aniquila
É o sonho da vida
Inacabado um projeto
Um projeto inacabado
Que falta ser decifrado
Ou um palco iluminado
Explicação buscando?
Palco Iluminado
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Em cada sonho uma fantasia
Que percorre o pensar
No momento a gritar
Força que extasia
Girando no encanto da vida
Um gesto nobre propicia
Na luz que irradia
O instante eterno se fia
O cenário todo florido
Uma paisagem a contemplar
Um universo a pensar
No tempo um fluido
Que teima em derramar
Gotas de um sereno
Um incenso ameno
A existência contagiar
Interação perfeita
Arquitetura social
Beleza natural
Obra prima feita
Cada ser é arquiteto
Que a história aniquila
É o sonho da vida
Inacabado um projeto
Um projeto inacabado
Que falta ser decifrado
Ou um palco iluminado
Explicação buscando?
Alma Ferida
Luiz Domingos de Luna
Na Caminhada dos passos
Resistência de um intelecto
A Dor de um martírio incerto
O barulho do tempo espaço
No asfalto rastejando ofegante
Fome, dor, tristeza e cansaço.
Tem que nervo de aço
Para subir a rampa derrapante
De repente um chute nas entranhas
O Corpo o saco de pancadas
A vida a um tempo aniquilada
Pelo ódio brutal do tirano
A Matéria toda esfarelada
As carnes doloridas na estrada
Cada murro uma queda abalada
A dor da morte avizinhada
A Carne morredoura fraquejante
O Espírito um eterno vigilante
Observa o corpo frágil ondulante
O Olho não reconhece mais o atacante
A Inércia empurra o corpo cambaleante
A derrota da matéria castigada
O Troféu do agressor é levantado
Derrotaste a carne morredoura
Mas a alma a sonhar encantadora
Nos umbrais do tempo a gritar
-Tenho que juntar este bagaço
Humano e uma nova vida começar?
Aurora, uma janela para o céu
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Pedi permissão ao tempo
Nas asas do pensamento
Voando vai minha ilusão
Pelos caminhos obscuros
Da minha história esquecida
Momentos de vida vivida
Na mais linda sedução,
Pois ainda em tenra idade
Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
Sonhei, lutei, na selva humana,
ganhei o meu troféu de herói,
construi minha cabana tenho o meu transporte
meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,
Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,
Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
Consegui o que queria numa luta bem renhida,
Luta que se renova no amanhecer a cada dia.
Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
Na janela da memória vivo a minha própria emoção
Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,
Em meu apartamento a lembrança me seduz,
Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,
Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
O apito do trem, as missas bem demoradas,
As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
De manhã a passarada num canto de louvação.
Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
Todos para a ABA numa inocência fecunda
Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,
Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.
Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido
Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm
O Vazio
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
O Vazio não pode ter nada
Se tiver algo, ele está ausente.
Na plena ausência está presente
Antes do ponto ou depois da disparada?
O Vazio não pode ser conceituado
A Noção que se tem é dogmatizada
A ausência é a presença do não chegado
O Vazio não tem uma lógica estruturada
O Vazio não pode ser preenchido
Preencheu o vazio, ele sumiu.
Sumiu-se, ele nunca existiu.
O Vazio está escondido?
O Vazio quebra a existência
Quebra a matéria e o tempo
Não pode ter momento
Existe no cosmo? Ou na inteligência?
Como encontrar o vazio?
A existência toma seu espaço
Ou ela está em pedaços
A ausência de tudo. Quem já viu?
O Nada absoluto. Plena Garantia
Sem buraco negro, sem quasares.
Sem o avesso da matéria
Sem o avesso da energia
Sem átomos, sem moléculas.
Sem luz, sem escuridão.
Um vazio perfeito
A ausência da existência
A Luz da criação!
Passos
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço
É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço
Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito
Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro
Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão
Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente
Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade
Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou
A Juventude que lê Luiz Domingos de Luna é saudável, honesta, digna, responsável, ética e acima de tudo intelectualizada, respeitando todas as diversidades de opiniões, sem coronelismo, sem o uso da força, mas na {força viva} do pulsar dos argumentos, sem o brilhantismo dos sábios, mas com a atenção e coerência dos eternos aprendizes.
O Autor.
Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagens, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, novas postagens
Luiz Domingos de Luna buscar na web
Ref. Bibliográfica
Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
Fonte:http://clubewinxaninha.nireblog.com/post/2007/09/17/primeiro-post
Nota do Autor:
Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
Na repostagem citar este referência bibliográfica.
Grato,
O Autor.
Ser fã de Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que uma nova aurora renascerá, com luz, seriedade, compromisso, lealdade e principalmente muitos sonhos{...}
Pingo da vida?
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Era um pingo
Começou a girar
Fiquei a olhar
O Seu caminho
Desceu a ladeira
Parou um segundo
Estava imundo
Cheio de poeira
Bolinha consistente
Ganhou conteúdo
Da parte o tudo
Sempre à frente
Rolou num tinteiro
Ficou colorido
Bicho sabido
Fugiu bem ligeiro
Atravessou uma vala
Passou na ferida
A Bactéria Lambida
A Vida levava
Pingo complicado
Todo disformado
É a vida da ferida
Ou o pingo da vida?
Ser fã do professor Luiz Domingos de Luna é ter a certeza de que nunca irá tê-lo, nem tampouco perdê-lo, pois ele estará sempre dissolvido nas suas belíssimas poesias.
Fã clube especial
Aquecimento Global
Luiz Domingos de Luna
Procurar na web
Sapo Dourado Panamenho
Da floresta americana
Beleza pura que emana
Da natureza em desenho
Amarelo, delgado e pulador.
Afilado, gentil e hospitaleiro.
Cantando no lindo desfiladeiro
Nos bosques um hino de amor
Predador do equilíbrio natural
No habitat rico dos pampas
Deslisa no declive das rampas
Numa felicidade sem igual
Dos rios, lagos e florestas.
Vaidoso no passeio matinal
Não vê o aquecimento global
Devorar sua história sua festa
O Fungo espera para atacar
O Planeta deu sinal de alerta
O fungo voa como uma flecha
O Sapo não vai mais cantar
Amarelo é a cor da atenção
Do sapo panamenho dourado
Da existência já foi tirado
Mais um ser em extinção